Laboratório de Sociologia do Trabalho LASTRO
  • Resultados da seleção de bolsistas para projeto “Futuro do trabalho: perspectivas latino-americanas”

    Publicado em 11/10/2021 às 18:39

    O Lastro informa, no Edital 003/Lastro/2021 os resultados do processo seletivo para bolsistas do projeto “Futuro do trabalho: perspectivas latino-americanas”.

    Edital3_Lastro2021_assinado


  • Homologação de inscrições para seleção de bolsistas pra projeto “Futuro do trabalho: perspectivas latino-americanas”

    Publicado em 10/10/2021 às 9:47

    O Laboratório de Sociologia do Trabalho informa as candidaturas inscritas no edital de seleção de bolsistas para o projeto “Futuro do trabalho: perspectivas latino-americanas”.

    Edital2_Lastro_2021_assinado


  • Lastro seleciona bolsistas para projeto “Futuro do trabalho: perspectivas latino-americanas”

    Publicado em 07/10/2021 às 13:53

    O Laboratório de Sociologia do Trabalho (Lastro), da UFSC, seleciona nos próximos dias quatro bolsistas para atuarem no projeto de extensão “Futuro do trabalho: perspectivas latino-americanas”. Serão duas bolsas para estudantes de graduação, uma para mestrado e uma para doutorado, com dez meses de duração. O processo é rápido porque o início do ciclo de seminários está marcado para 20 de outubro.

    Mais informações sobre o projeto estão em futurodotrabalho.ufsc.br.

    O edital do processo seletivo está aqui: Lastro_Edital01_2021_assinado .


  • Abertas as inscrições para seminário sobre futuro do trabalho na América Latina

    Publicado em 07/10/2021 às 10:24

    Estão abertas as inscrições para o ciclo de seminários “Futuro do Trabalho: Perspectivas latino-americanas”. O ciclo será composto por seis seminários online que serão realizados semanalmente, a partir de 20 de outubro para discutir temas atuais dos mundos do trabalho com especialistas renomados do Brasil, Argentina, Uruguai e México. A iniciativa é da Universidade Federal de Santa Catarina, em conjunto com organizações do movimento sindical. O curso é gratuito e dá direito a certificado de 12h a quem participar de 75% das discussões. Inscrições podem ser feitas aqui.

    Os temas dos seminários focam tecnologia e trabalho no pós-pandemia (dia 20), assédio, violências, saúde e cuidado (dia 27), liberdade, precariedade e trabalho compulsório (3 de novembro), desigualdades estruturais e mercado de trabalho (dia 10), políticas de austeridade e reformas no mundo do trabalho (dia 17) e a reinvenção de formas de organização da classe trabalhadora (dia 24). O grupo de conferencistas é formado por Carlos Páez (México), Pedro Lisdero (Argentina), Hugo Barreto (Uruguai) e renomados nomes da pesquisa no Brasil, como Márcia de Paula Leite, Beatriz Mamigonian e Laís Abramo

    Os seminários serão transmitidos pelos canais do YouTube “Fazendo Escola” e do Laboratório de Sociologia do Trabalho/UFSC, com acesso público por tempo indeterminado. O ciclo articula a rede de pesquisadores do trabalho no CFH com uma rede de organizações sindicais. É realizado pelo Laboratório de Sociologia do Trabalho (LASTRO), da Ufsc, e pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Trabalho Público e Sindicalismo (Fazendo Escola), vinculado ao Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário do Estado de Santa Catarina (SINJUSC). Conta com o apoio do Sindicato dos Trabalhadores no Poder Judiciário Federal no Estado de Santa Catarina (SINTRAJUSC) e do Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (SINDJUSRS).

    As informações completas do seminário estão em: http://futurodotrabalho.ufsc.br.


  • Jornada Científica sobre Trabalho consolidou e visa ampliar Rede de Pesquisadores sobre o tema na UFSC.

    Publicado em 15/09/2021 às 13:15

    Evento reuniu pesquisadores/as e sindicalistas e os debates continuarão em Ciclo de Seminários em outubro/novembro.

    No último dia 27/08 foi realizada a 1a Jornada Científica sobre Trabalho da UFSC. O evento reuniu e colocou em diálogo as produções científicas de 11 professores/as- pesquisadores/as ligados ao Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da UFSC, por meio do debate entre seus resultados e perspectivas de investigação. Estabeleceu, também, a consolidação inicial de uma Rede de Pesquisadores e Pesquisadoras sobre Trabalho da UFSC, que já “nasce” de forma articulada a uma Rede de Sindicatos da região e que firmou, na ocasião, a intenção de se ampliar, abarcando outras áreas que investigam o trabalho na UFSC além das ciências humanas. Participaram estudantes e professores/as da UFSC, sindicalistas e demais interessados/as.

    Em sua abertura, o evento contou com falas das profs. Thaís Lapa e Glaucia Fraccaro, respectivamente dos departamentos de Sociologia e Ciência Política e de História da UFSC, bem como integrantes da comissão organizadora do evento; de Jacques Mick, vice-diretor do CFH e um dos idealizadores da Rede; e de Elça de Andrade Farias, do Centro de Estudos e Pesquisas em Trabalho Público e Sindicalismo – Fazendo Escola. Salientou-se a importância da conexão que o evento estabelecia, tanto entre as diferentes perspectivas disciplinares dedicadas a compreender o mundo do trabalho, como entre universidade e sociedade.

    Nas três sessões que compuseram a Jornada Científica, foi possível ter contato com as agendas de pesquisa que vem sendo conduzidas por especialistas no tema trabalho, que integravam os departamentos de Antropologia, História, Sociologia e Ciência Política, Psicologia e Jornalismo. Durante os debates da Jornada, os pontos de conexão das pesquisas foram se estabelecendo, ao mesmo tempo em que problemas estruturais que afetam o trabalho no Brasil ao longo de nosso processo histórico e suas configurações no presente se evidenciavam.

    A primeira sessão, coordenada por Thaís Lapa (LASTRO/SPO), contou com as apresentações de Beatriz Mamigonian, pesquisadora do Laboratório de História Social do Trabalho e da Cultura e professora do Departamento de História (LABHSTC/HST-CFH), que discorreu sobre o tema “Trabalho compulsório: a gestão estatal da exploração dos trabalhadores e a construção dos sentidos de trabalho livre”, seguida de Jacques Mick, do Laboratório de Sociologia do Trabalho e Departamento de Sociologia e Ciência Política (LASTRO/SPO-CFH), cuja fala intitulava-se “Nas dobras da precariedade: Informalidade e discriminação racial e de gênero no trabalho por conta própria no Brasil”. A sessão foi fechada por Valéria de Bettio Mattos, do Laboratório de Informação e Orientação Profissional e Departamento de Psicologia (LIOP/PSI-CFH), que falou sobre “Trajetórias profissionais, identidade e saúde mental: entre a formação e a inserção no mercado de trabalho”.

    Já a segunda sessão, coordenada pelo prof. Adriano Duarte (HST), um dos organizadores do evento, teve as apresentações de Glaucia Cristina Candian Fraccaro (HST-CFH), que tratou da “Legislação trabalhista para mulheres”, Elka Lima Hostensky (PSI/CFH), cujo tema abordado foi “Organização do trabalho, experiência laboral e riscos psicossociais em contexto de precarização”,  Thaís de Souza Lapa (LASTRO/SPO-CFH), que discorreu sobre “As condições de trabalho e as relações de gênero contemporâneas no contexto do trabalho fabril” e Henrique Espada (HST-CFH), que abordou “As armadilhas da liberdade: a invenção da  ideia de “trabalho livre” no Brasil escravista”.

    Por fim, a terceira sessão, mediada por Glaucia Fraccaro (HST) contou com as apresentações de Viviane Vedana, pesquisadora do CANOA/GESTO e professora do Departamento de Antropologia (ANT-CFH), sobre “O setor do comércio sob a ótica da antropologia da técnica”; de Samuel Pantoja Lima, pesquisador do LASTRO e professor do Departamento de Jornalismo, que discorreu sobre “O perfil profissional e sociopolítico dos jornalistas brasileiros na atualidade” e “O perfil das/dos docentes da UFSC”; de Suzana da Rosa Tolfo, do Núcleo de Estudos de Processos Psicossociais e de Saúde nas Organizações e no Trabalho (NEPPOT/PSI), tratando de sua trajetória de investigações sobre “Os sentidos e significados sociais do trabalho: entre prazer e sofrimento”, sendo finalizada por Adriano Duarte (NEHLIS/HST-CFH) cuja fala tratou do tema “A história da construção das lutas por direitos nas relações entre trabalhadores e a cidade”.

    Os debates que se seguiram após cada mesa tiveram, ao final das sessões, um desfecho que demarcou o propósito de consolidação e ampliação da Rede de Pesquisadores sobre Trabalho na UFSC.

    A perspectiva e expectativa é a de que os debates estabelecidos no evento tenham continuidade no ciclo de seis seminários “Futuro do trabalho: perspectivas latino americanas” que será realizado entre outubro e novembro de 2021. A programação preliminar já está disponível aqui.

    A Rede de Pesquisadores/as Sobre Trabalho da UFSC deve se reunir novamente antes deste evento, entre setembro e início de outubro. Caso deseje se integrar a a Rede e receber informações sobre esta reunião, escreva para lastro@contato.ufsc.br.

    O vídeo com a íntegra da Jornada Científica Sobre Trabalho está disponível na página do Lastro no youtube


  • Conheça a programação da Jornada Científica de Pesquisas sobre Trabalho da UFSC

    Publicado em 19/08/2021 às 17:46

    No dia 27/08, das 14h às 18h, ocorrerá a Jornada Científica de Pesquisas sobre Trabalho da UFSC. O evento, promovido pela Rede de Pesquisadores/as Sobre Trabalho do CFH-UFSC, visa promover diálogos interdisciplinares entre os diversos campos das ciências humanas que estudam o trabalho e consolidar a Rede de Pesquisadores que vêm se dedicando à investigação desta temática. A atividade contemplará apresentações das trajetórias de pesquisa de professores/as ligados a laboratórios de pesquisa dos departamentos de História, Sociologia e Ciência Política, Antropologia e Psicologia da UFSC. Ao final, haverá uma reunião da Rede de Pesquisadores sobre Trabalho da UFSC, impulsionada por pesquisadores/as do CFH. O evento, que ocorrerá de modo remoto, é gratuito e aberto a professores e estudantes da UFSC e demais interessados/as da comunidade. Não é necessário fazer inscrição.

    Veja aqui a programação completa.


  • Seleção de bolsista de iniciação científica – inscrições vão até o dia 13/08

    Publicado em 06/08/2021 às 17:00

    Estão abertas até 13/08/21 as inscrições para seleção de bolsista PIBIC (01 vaga) para atuar no projeto “Trabalho na indústria eletroeletrônica de Santa Catarina”, com vigência entre setembro/2021 e agosto/2022, sob orientação da prof. Thaís de Souza Lapa (coordenadora do Lastro e prof. do Departamento de Sociologia e Ciência Política).  Estudantes de graduação da UFSC que tiverem interesse, atentem-se aos prazos, documentos necessários e critérios:

    .Prazo para inscrição: 13/08/21
    .Resultado da seleção: até 23/08/21
    Documentos a enviar para participar da seleção
    . Currículo lattes atualizado https://lattes.cnpq.br/ *
    . Histórico escolar atualizado
    . Carta de apresentação/motivação (1 a 2 páginas)

    * Considerando os problemas recentes nas plataformas da CNPq, caso não possua currículo na plataforma lattes, enviar em PDF informações básicas de currículo: (Nome, cpf, rg, data nascimento, formação escolar e complementar – cursos, etc – experiência profissional e/ou acadêmica)

    Os detalhes e orientações para participar da seleção encontram-se aqui: Seleção de bolsista PIBIC(2021-2022).


  • “Pandemia e precarização do trabalho” é tema de debate nesta terça às 19h

    Publicado em 03/08/2021 às 12:38

    A decisão da justiça do Reino Unido que reconheceu vínculos trabalhistas entre motoristas e um serviço de aplicativos será objeto do debate “Pandemia e precarização do trabalho”, hoje (03/08), às 19h, no canal do YoutTube do Fazendo Escola e no facebook do Lastro. A discussão reunirá a pesquisadora do Cesit/Unicamp Ludmila Abílio e o arqueólogo Rossano Bastos, assessor do Sinjusc.

    O painel terá um ato de apoio à libertação do ativista Paulo Galo, preso desde semana passada pelo ato político contra a estátua de Borba Gato. Galo, que é liderança do grupo Entregadores Antifascistas, havia confirmado presença no debate antes de ser preso.

    A atividade é parte do ciclo de seminários O Futuro do Trabalho: Perspectivas Latino-Americanas, copromovido pelo Lastro e pela Fazendo Escola, com apoio de organizações sindicais. Participe!


  • Jornada científica de pesquisas sobre trabalho prorroga recebimento de resumos até 5/8

    Publicado em 26/07/2021 às 15:17

    Um grupo de pesquisadores.as dos mundos do trabalho no Centro de Filosofia e Ciências Humanas promoverá em 27 de agosto uma jornada científica para reunir professores-pesquisadores/as com projetos sobre o tema na UFSC. O objetivo é avançar na consolidação de uma rede de pesquisa sobre o trabalho na universidade, para desenvolver projetos em conjunto e promover conexões com a rede de organizações de trabalhadores em Santa Catarina. O projeto é liderado por Thaís Lapa (departamento de Sociologia e Ciência Política/LASTRO), Suzana Tolfo (Psicologia), Glaucia Fraccaro e Adriano Duarte (História), com apoio da direção do CFH. Inscrições prorrogadas até às 13h do dia 5/08 (quinta-feira) pelo email  (detalhes na chamada abaixo).

    Prazo para submissões prorrogado – Chamada para Jornada Científica – Estudos do Trabalho na UFSC

     


  • Lastro lança pesquisa sobre trabalhadores.as por conta própria

    Publicado em 18/07/2021 às 14:40

    Os resultados da primeira etapa do estudo “Informalidade e discriminação racial e de gênero no trabalho ‘por conta própria’ no Brasil”, realizado pelo Lastro, foram divulgados na semana passada. O relatório “Nas dobras da precariedade” identificou as características e revelou desigualdades entrecruzadas nos mais de 24 milhões de trabalhadores.as por conta própria urbanos do país, com base em uma metodologia que interseccionou dados de renda, gênero, raça, região em ocupações mapeadas pela PNAD-C (Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios Contínua).

    Coordenada pelos professores Jacques Mick (CFH/SPO/LASTRO-UFSC) e João Carlos Nogueira (REAFRO e NEN/UFSC), a pesquisa revelou que os.as “conta própria” são 77% informais. Sob a ótica da divisão sexual do trabalho, a maioria são homens (63%), sendo 35,5% e 27,3% brancos. Entre os 37% de mulheres, 19,7% são brancas e 17,6% negras. Foram analisadas também a distribuição de tais trabalhadores.as por faixas de renda (até R$ 500, R$ 500,00 a R$1.000,00, R$ 1.001,00 a 2.000, R$ 2001,00 a 4.000,00 e mais de R$ 4.000,00) e pelas 20 principais profissões que ocupavam.

    Veja mais informações aqui. 

    A perspectiva analítica que coaduna a divisão sexual com a racial do trabalho e as situa em perspectiva histórica – que remete à longa trajetória de estruturação de desigualdades no mercado do trabalho brasileiro – orientou e contextualizou os achados da pesquisa a respeito da concentração das ocupações pior remuneradas (até 1000 reais mensais) entre a população negra. Dentro deste universo, padrões de segregação por gênero existentes no mercado de trabalho se repetem: mulheres negras predominam em serviços de beleza, costura e trabalho em cozinhas, enquanto homens predominam nas atividades da construção civil e como condutores de motocicletas.

    De outra parte, no outro topo das remunerações analisadas, acima de 4 mil reais, o cenário é inverso. A maioria são trabalhadores.as brancos.as – que são, novamente marcados.as pela segregação ocupacional por sexo: entre homens brancos, a atividade principal é a de agricultores e trabalhadores qualificados em atividades da agricultura, seguida de engenheiros civis e representantes comerciais e entre mulheres brancas, predominam profissões liberais que requerem ensino superior, como a de psicóloga, seguida da de fisioterapeuta.

    Em síntese, identifica-se que na pirâmide ocupacional dos.as conta própria, o topo das atividades melhor remuneradas é ocupado por homens brancos, seguidos de mulheres brancas, homens negros e, por fim, na base da pirâmide, estão as mulheres negras. Ou seja, à medida que a renda cresce, o trabalho por conta própria se torna um mundo mais branco e mais masculino.

    A pesquisa oferece uma importante contribuição aos estudos sobre o trabalho por conta-própria no Brasil, que historicamente são predominantemente informais e que foram parcialmente impactados, na primeira e início da segunda década dos anos 2000, por iniciativas de formalização, que converteram parte deles.as em MEIs. O estudo também joga luzes e melhor define os contornos do que se chama genericamente de “empreendedores.as” no país.

    Na primeira fase, a metodologia de extração e de análise dos dados, chamada de interseccional ou consubstancial, que entrecruza as dimensões de gênero-raça-classe (aqui representada por renda), além de região e distribuição ocupacional, foi central para revelar a heterogeneidade da composição dos.as “conta própria”.

    O diagnóstico produzido também é relevante para a orientação e formulação de políticas públicas relacionadas a trabalho e renda no Brasil.

     

    Confira aqui a íntegra do relatório da pesquisa.

     

    Outros dados a respeito da pesquisa podem ser conferidos nas notícias a seguir:

     

    A segunda fase da pesquisa, de cunho qualitativo, ainda a ser divulgada, explorará justamente a problemática do empreendedorismo a partir da perspectiva dos grupos e entidades dedicados.as a organizar trabalhadores.as por conta própria.

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    Equipe responsável pelo estudo: 

     

    • Coordenação:

    Jacques Mick – Universidade Federal de Santa Catarina/ Departamento de Sociologia e Ciência Política/Laboratório de Sociologia do Trabalho

    João Carlos Nogueira – Rede Brasil Afroempreendedor (Reafro)/ Observatório da Rede Brasil Afroempreendedor (UFSC/Reafro)

     

    • Equipe da UFSC:

    . Professores do Departamento de Sociologia e Ciência Política:

    Jacques Mick (Coordenação geral)

    Thaís de Souza Lapa

    . Pesquisadores.as:

    Arland de Bruchard Costa (Mestre)

    Delza da Hora (Mestranda)

    Juliana de Jesus Grigoli (Doutora)

    Lucas Ferreira (Doutorando)

    Tomás Barcellos (Mestrando)

     

    • Infografia:

    Frank Maia

    Fran Louise